quinta-feira, 13 de maio de 2010

Brasileiro, um povo guerreiro!


Nós Brasileiros devemos nos orgulhar de sermos, sempre, Brasileiros. Convivemos com a injustiça, o pré-conceito, inveja, exploração, diferença, como em outros países. Porém somos guerreiros, guerreiros do dia-a-dia. Nossa principal arma? O sorriso, o samba no pé, o invencionismo dos brasileiros (não estou falando de jeitinho brasileiro). A alegria do brasileiro deve sempre ser vista como um diferencial, mesmo que às vezes, ou na maioria das vezes, este diferencial seja apenas para disfarçar o verdadeiro buraco onde estamos. E deste buraco tentamos todos os dias sair, mesmo que o sistema nos oprima, e ainda nos deixe lá.

“Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra”.
Bob Marley

Somos uma raça mista. Raça formada com a alegria dos Negros, que mesma em sua terra mãe, a áfrica, são oprimidos, porém com uma alegria inabalável; com a Cultura dos Índios, que por tantas humilhações passaram, quando, aqui chegaram os brancos; pela força do Branco Português, que mesmo com seu formato explorador, foi um ponto crucial para geração de nossa raça mista; com toda a diversidade dos Italianos, Japoneses e Chineses, que por motivos diversos tiveram que sair de suas terras natais e encontraram aqui seu refugio. E hoje, seus lugares de origem são potências, mas preferem estar no lugar que os acolheu, o lugar que os tratou como parte de um todo.

“Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais”
Bob Marley

Senhores, não somos um país sem preconceitos e transbordando tolerância. Mas não somos Brasileiros sem todas as raças que aqui formam e movimentam esse país. Somos um pequeno pedaço terra que possui pedaços da Terra. Temos que mostrar ao mundo o grande país que somos e formamos, mudando o Brasil em nossas pequenas atitudes, sendo honestos, respeitando o próximo e respeitando e lutando para que não existam diferenças sociais tão drásticas. Não temos que ser grandes apenas na Copa do Mundo, temos que ser grandes no dia a dia, na batalha pelo que deveria nos corromper.

NÓS SOMOS GRANDES. PROVEMOS A NOSSA GRANDEZA.
By Mucura

Hoje, comemoremos. Devemos. A cada vitórias comemoremos e brindemos. O FICHA LIMPA foi aprovado na câmara, com apenas duas emendas. É uma vitória extremamente importante pro Brasil, até Michel Temer duvidou que esse projeto chegasse a algum lugar. Eu mesmo sempre achei a democracia brasileira a menos democrática possível, agora eu vi que com ação,s e pode mudar alguma coisa.

O FICHA LIMPA ainda não é Lei, precisa passar no Senado. Os mais pessimistas, e os Brasileiros menos brasileiros, sempre vêm com “Ahhhh, isso ai só foi para enganar o povo”, “No Senado vão engavetar”. Obrigado, para vocês eu aconselho entrarem no site da Disney. Por aqui, temos brasileiros homens, guerreiros, e não viadinhos, frouxos e comodistas. Nós VAMOS APROVAR ESSA PORRA NO SENADO. Ahhhhh tu queres ajudar? Entra ai no site abaixo, faz a tua parte criatura:


Agora, vamos tomar umas para comemorar, e nos dar força para a próxima batalha! ! !
 
 
Una-se a pessoas de todo o mundo na mobilização por assuntos globais.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Delegatite?!?



Abuso de poder é o ato ou efeito de impôr a vontade de um sobre a de outro, tendo por base o exercício do poder, sem considerar as leis vigentes (importa esclarecer que a noção de abuso de poder carece sempre de normas pre-estabelecidas para que seja possível a sua definição. Desta maneira é evidente que a palavra "abuso" já se encontra determinada por uma forma mais sutil de poder, o poder de definir a própria definição. Assim que o abuso só é possível quando as relações de poder assim o determinam. A democracia direta é um sistema que se opõe a este tipo de atitude. O abuso de poder pode se dar em diversos níveis de poder, desde o doméstico entre os membros de uma mesma família, até aos níveis mais abrangentes. O poder exercido pode ser o econômico, político ou qualquer outra forma a partir da qual um indivíduo ou coletividade têm influência direta sobre outros. O abuso caracteriza-se pelo uso ilegal ou coercivo deste poder para atingir um determinado fim. O expoente máximo do abuso do poder é a submissão de outrem às diversas formas de escravidão.

Abuso de autoridade
Constitui-se abuso quando uma autoridade, no uso de suas funções, pratica qualquer atentado contra a liberdade de locomoção, a inviolabilidade do domicílio, o sigilo da correspondência, a liberdade de consciência e de crença, o livre exercício do culto religioso, a liberdade de associação, os direitos e garantias legais assegurados ao exercício do voto, o direito de reunião,a incolumidade física do indivíduo e, aos direitos e garantias legais assegurados ao exercício profissional. (Incluído pela Lei nº 6.657,de 5 de junho de 1979). O abuso de autoridade levará seu autor à sanção administrativa civil e penal, com base na lei. A sanção pode variar desde advertência até à exoneração das funções, conforme a gravidade do ato praticado.

LEI Nº 4.898, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965 (Regula o Direito de Representação e o processo de Responsabilidade Administrativa Civil e Penal, nos casos de abuso de autoridade.)

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terça-feira, 4 de maio de 2010

TPM em 4 fases



TPM em 4 fases
(procura-se a autoria para entregar o Nobel)

Segundo a visão masculina, dividiu-se a TPM em 4 fases principais:
 

*Fase 1 - a Fase Meiguinha*
 
Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha. Bom sinal? Talvez, se não fosse mais do que o normal.
Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate. O que se segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo.
 
*Fase 2 - a Fase Sensível*
 
Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di. Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai:
- Você acha que eu estou gorda?
Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo 'estou' ao invés da combinação 'estou ficando', torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar.
E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível.
 
*Fase 3 - a Fase Explosiva*
 
Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM.
Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico. Você chega na casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco e sem língua. Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome. Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Sem legendas... Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: 'Tá tudo bem?' A resposta é um simples e seca: 'Ta' sem olhar na sua cara.
Não satisfeito, você emenda um 'Tem certeza?', que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso 'teenhoo.'. Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que...
- Merda, viu!? - ela rosna de repente.
- Que foi?
A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta. Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo:
- Você não liga pra mim! Tá vendo que eu to aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo! Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também! E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz e você sabe que me irrita! Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem! Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa merda! O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu Jiu Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer um chocolate! Cala sua boca! Sua voz me irrita! Aliás, vai embora antes que eu faça alguma besteira. Some da minha frente!
Desnorteado, você pede o pinico e sai. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.

*Fase 4 - a Fase da Cólica*

No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Você vai à casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela.Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado 'O que aconteceu?', você se pergunta. 'Tudo bem'. Você pensa: 'Acho que ela se livrou do encosto'. Pronto! A paz reina novamente. A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz.
 
Pelo menos até daqui a 20 dias...


O pior não é isso, o pior é que elas estão lendo isto e estão dando risada!!! Estão dizendo: "sou assim mesmo, e daí?"
Mulheres, sem elas nada somos e com elas loucos seremos!

domingo, 2 de maio de 2010

Juizite!?

juizite | adj. 2 gén. | s. f.
Juizite é doença que penetra no interior de aprovados para a magistratura, em maior ou menor intensidade, normalmente é coisa que passa, momentânea ou de menor relevância. O problema é quando o vírus realiza a mutação de camada sócio-econômica-educacional, não no sentido de estudo em si, por óbvio, mas no de educação que se recebe em casa, e dá ao contaminado uma sensação insuportável de status e dominância, levando o pobre magistrado a dar pitis, ataques e sessões de vergonha alheia, tudo em nome de seu cargo e do poder absoluto que julga ostentar.
Interessante aspecto de tal doença é que a mesma torna repulsiva a vítima de sua contaminação, e conforme estatísticas de ouvir dizer, só atacam aqueles cujo intelecto é mais frágil e o ego mais imponente. Arrisco-me a dizer que os grandes intelectuais da judicatura nacional não só são imunes, como acham graça e contam piadas acerca da tal doença por eles mesmos catalogada e inclusive graduada de acordo com o cargo: contou -me uma vez um dos mais brilhantes desembargadores federais deste país que juiz com Juizite, acha que é Deus. Desembargadores, tem certeza!

Você lembra do caso do Juiz de Direito que, profundamente ofendido por ter sido chamado de "você" pelo porteiro do condomínio onde morava, entrou com ação no Fórum de Niterói contra o condomínio (pedindo, entre outras coisas, indenização, por danos morais, de cem salários mínimos)? Pois bem, o caso foi finalmente julgado e segue, abaixo, a sentença.


PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. COMARCA DE NITERÓI - NONA VARA CÍVEL. Processo n° 2005.002.003424- 4.

S E N T E N Ç A

Cuidam-se os autos de ação de obrigação de fazer manejada por ANTONIO MARREIROS DA SILVA MELO NETO contra o CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO LUÍZA VILLAGE e JEANETTE GRANATO, alegando o autor fatos precedentes ocorridos no interior do prédio que o levaram a pedir que fosse tratado formalmente de "senhor".

Disse o requerente que sofreu danos, e que esperava a procedência do pedido inicial para dar a ele autor e suas visitas o tratamento de "Doutor", "senhor", "Doutora", "senhora", sob pena de multa diária a ser fixada judicialmente, bem como requereu a condenação dos réus em dano moral não inferior a 100 salários mínimos.
(...)


DECIDO. "O problema do fundamento de um direito apresenta-se diferentemente conforme se trate de buscar o fundamento de um direito que se tem, ou de um direito que se gostaria de ter ." (Noberto Bobbio, in "A Era dos Direitos", Editora Campus, pg.15).

Trata-se o autor da ação de Juiz digno, merecendo todo o respeito deste sentenciante e de todas as demais pessoas da sociedade, não se justificando tamanha publicidade que tomou este processo . Agiu o requerente como jurisdicionado, na crença de seu direito. Plausível sua conduta, na medida em que atribuiu ao Estado a solução do conflito. Não deseja o ilustre Juiz, tola bajulice, nem esta ação pode ter conotação de incompreensível futilidade.. O cerne do inconformismo é de cunho eminentemente subjetivo, e ninguém, a não ser o próprio autor, sente a mesma dor, e este sentenciante bem compreende o que tanto incomoda o probo Requerente.

Está claro que não quer, nem nunca quis o autor, impor medo de autoridade, ou que lhe dediquem cumprimento laudatório, posto que é homem de notada grandeza e virtude . Entretanto, entendo que não lhe assiste razão jurídica na pretensão deduzida.

"Doutor" não é forma de tratamento, e sim título acadêmico utilizado apenas quando se apresenta tese a uma banca e esta a julga merecedora de um doutoramento Emprega-se apenas às pessoas que tenham tal grau, e mesmo assim no meio universitário . Constitui-se mera tradição referir-se a outras pessoas como "doutor", sem o ser, e fora do meio acadêmico. Daí a expressão doutor honoris causa - para a honra - que se trata de título conferido por uma universidade, à guisa de homenagem, a determinada pessoa, sem submetê-la a exame. Por outro lado, vale lembrar que "professor" e "mestre", são títulos exclusivos dos que se dedicam ao magistério, após concluído o curso de mestrado.

Embora a expressão "senhor" confira a desejada formalidade às comunicações - não é pronome -, e possa até o autor aspirar distanciamento em relação a qualquer pessoa, afastando intimidades, não existe regra legal que imponha obrigação ao empregado do condomínio a ele assim se referir.

O empregado que se refere ao autor por "você", pode estar sendo cortês, posto que "você" não é pronome depreciativo. Isso é formalidade, decorrente do estilo de fala, sem quebra de hierarquia ou incidência de insubordinação. Fala-se segundo sua classe social.

O brasileiro tem tendência na variedade coloquial relaxada, em especial a classe "semi-culta" , que sequer se importa com isso. Na verdade "você" é variante - contração da alocução - do tratamento respeitoso "Vossa Mercê". A professora de linguística Eliana Pitombo Teixeira ensina que os textos literários que apresentam altas freqüências do pronome "você", devem ser classificados como formais. Em qualquer lugar desse país, é usual as pessoas serem chamadas de "seu" ou "dona", e isso é tratamento formal.

Em recente pesquisa universitária, constatou-se que o simples uso do nome da pessoa substitui o senhor/a senhora, e você, quando usados como prenome, isso porque soa como pejorativo tratamento diferente.

Na edição promovida por Jorge Amado, "Crônica de Viver do Baiano Seiscentista" , nos poemas de Gregório de Matos, destacou o escritor que Miércio Táti anotara que "você" é tratamento cerimonioso. (Rio de Janeiro/São Paulo, Record, 1999).

Urge ressaltar que tratamento cerimonioso é reservado a círculos fechados da diplomacia, clero, governo, judiciário e meio acadêmico, como já se disse. A própria Presidência da República fez publicar Manual de Redação instituindo o protocolo interno entre os demais Poderes.

Mas na relação social não há ritual litúrgico a ser obedecido. Por isso que se diz que a alternância de "você" e "senhor" traduz-se numa questão sociolingüística, de difícil equação num país como o Brasil, de várias influências regionais.

Ao Judiciário não compete decidir sobre a relação de educação, etiqueta, cortesia ou coisas do gênero, a ser estabelecida entre o empregado do condomínio e o condômino, posto que isso é tema interna corpore daquela própria comunidade .

Isto posto, por estar convicto de que inexiste direito a ser agasalhado, mesmo que lamentando o incômodo pessoal experimentado pelo ilustre autor, julgo improcedente o pedidou inicial, condenando o postulante no pagamento de custas e honorários de 10% sobre o valor da causa.

P.R.I.
ALEXANDRE EDUARDO SCISINIO
Juiz de Direito

Um julgamento equilibrado, sem corporativismo, se todas as decisões fossem assim, o Brasil estaria melhor... ou então se mais pessoas tivessem a atitude do policial do vídeo abaixo. À ele eu tiro meu chapéu.


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Cuidado com o que falares em Portugal!


Cuidado com o que falares em Portugal!
 
Lembrando também que a região GLÚTEA (bunda) lá se chama CU.

Assim, quando a mãe diz que vai aplicar uma injeção na nádega do rapaz diz ' vou aplicar uma pica no cu do puto' e se for uma palmada numa criança fala ' meto-te cinco dedos no cu, canalha'.

E o pessoal preocupado com o trema, hífem...

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sábado, 1 de maio de 2010

Tudo o que hoje preciso realmente saber, aprendi no Jardim de Infância












Tudo o que hoje preciso realmente saber, aprendi no Jardim de Infância


Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância.


A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia. Estas são as coisas que aprendi lá:


1. Compartilhe tudo.
2. Jogue dentro das regras.
3. Não bata nos outros.
 

4. Coloque as coisas de volta onde pegou.
5. Arrume a sua bagunça.
6. Não pegue as coisas dos outros.


7. Peça desculpas quando machucar alguém.


8. Lave as mãos antes de comer e reze antes de deitar.
9. Dê descarga. (essa é importante)


10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você.


11. Respeite o outro.
12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco... e desenhe.. e pinte... e cante... e dance... e brinque... e trabalhe um pouco todos os dias.


13. Tire uma soneca às tardes.
14. Quando sair, cuidado com os carros.
15. Dê a mão e fique junto.


16. Repare nas maravilhas da vida.



17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também.
Robert Fulghum

Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo ou ao seu mundo e verá como ele é verdadeiro, claro e firme. Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair.

Estas são verdades, não importa a idade.

Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos.





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