quarta-feira, 28 de abril de 2010

Arrogância 2



Um oficial do DEA (Drug Enforcement Administration) vai a uma fazenda, no Texas e diz ao dono, um velho fazendeiro:
“Preciso inspecionar sua fazenda por plantação ilegal de maconha!”

O fazendeiro diz:
- “Ok, mas não vá naquele campo ali.” E aponta para uma certa área.

O oficial p’ da vida diz indignado:
- ” O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo?” – e tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro: “Este crachá me dá a autoridade de ir onde quero….e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? me fiz entender?”

O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo.

Poucos minutos depois, o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o oficial do governo federal correndo para salvar sua própria vida perseguido pelo Santa Gertrudes, o maior touro da fazenda.

A cada passo o touro vai chegando mais perto do oficial, que parece que será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O oficial está apavorado. O fazendeiro larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:
- “Seu Crachá, mostra o seu CRACHÁ.”
 
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terça-feira, 27 de abril de 2010

E se os cachorros falassem?

O que realmente deveríamos aprender com os cachorros?


Já pensou se cachorros falassem? Com certeza ele seria seu melhor amigo e te ensinaria coisas assim:
- Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.

- Nunca perca uma oportunidade de ir passear.

- Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.

- Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.

- Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.

- Corra, pule e brinque todos os dias.

- Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.

- Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.

- Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de
uma árvore.

- Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.

- Não importa quantas vezes os outros te magoam, não se sinta culpado, esqueça tudo e faça como se nada tivesse acontecido.

- Aproveite o prazer de uma longa caminhada.

- Se alimente com gosto e entusiasmo.

- Coma só o suficiente.

- Seja leal.

- Nunca pretenda ser o que você não é.

E o MAIS importante de tudo….
- Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

A amizade verdadeira não aceita imitações.
Copiado do Cogumelo Louco

sábado, 24 de abril de 2010

Nunca subestimem os idosos!

NUNCA SUBESTIMEM OS IDOSOS



Uma velhinha foi ao supermercado e colocou a ração de gato mais cara no carrinho.

A moça do caixa disse:
- Me desculpe, mas nós não podemos lhe vender a ração de gatos sem provas de que a senhora realmente tem gatos. Muitos idosos compram ração de gatos para comer, e a gerência quer provas de que a senhora esteja realmente comprando a ração para o seu gato.

A velhinha foi para casa, pegou o gato e o levou ao super mercado e eles então venderam a ração prá gato.

No dia seguinte, a velhinha foi ao super mercado novamente e comprou 12 dos mais caros biscoitos prá cachorro.

A caixa, novamente, pediu provas de que ela realmente tinha um cachorro, explicando que os idosos costumavam comer comida de cachorro.

Frustada, ela foi para casa e voltou com seu cachorro, e pôde levar os biscoitos.

No outro dia, a velhinha voltou ao mercado trazendo uma caixa com um buraco na tampa e pediu para a moça colocar o dedo no buraco.

A moça da caixa disse:
- Não! pode ter uma cobra aí dentro!!!

A velhinha lhe assegurou que não tinha cobra de estimação, e que não havia nada na caixa que pudesse mordê-la...

Então a moça do caixa enfiou o dedo no buraco, tirou, cheirou e disse:
-Hummmmmmm... mas isto é merda!!!

A velhinha então sorriu de orelha a orelha, e confirmou: é merda mesmo!
- Agora, minha querida, eu posso comprar três rolos de papel higiênico???

Assim são os idosos, pessoas que trazem impregnado nelas o testemunho de uma geração devido ao acúmulo dos anos vividos. Para eles, hoje, o tempo não tem a mesma importância de outrora e, se ainda usam o relógio de pulso é apenas como um acessório. Com a idade avançada, os passos se tornam mais lentos e os sentidos debilitados, alguns ainda mantêm a lucidez suficiente para contar suas repetidas histórias, as quais parecem ter importância, sobretudo, para os netinhos.

Pessoas – que merecem atenção e respeito – são discriminadas pela sociedade por considerá-las fora de um padrão estipulado como ideal. Aliás, convencionou-se que uma pessoa é idosa aos 65 anos de idade. Sabemos que muitas delas ainda têm condições de contribuir em muito com a mesma sociedade que as discrimina e descarta. Entretanto, muitas vezes, essa convenção ditada pelo meio social traz para a pessoa mais velha a sensação de que ela é um estorvo, incapaz de produzir ou oferecer alguma coisa útil.

A cultura imposta pela sociedade a respeito do idoso, gradativamente, é aplicada dentro de muitos lares. Infelizmente, em algumas famílias o comentário que se faz a respeito do mais velho é o comparando a um traste, alguém que somente dá trabalho, uma pessoa lerda e caduca ou cheia de doenças. Esquecem que aquele que agora tem a pele frouxa, sensível e uma visão fraca, em outros tempos, dedicou muito de sua vida no cuidado deles, quando eram bebês indefesos, os quais hoje deveriam retribuir com os mesmos gestos de carinho e respeito.

Sabemos que, a cada novo dia, os anos de vida se tornam mais pesados – tanto para os mais novos quanto aos mais velhos. Para estes, em especial, as tarefas mais simples do dia-a-dia se tornam cada vez mais difíceis, obrigando-os a se tornarem dependentes e merecedores dos mesmos cuidados que se aplicam às crianças.

Independentemente da nacionalidade, raça, cor ou condições financeiras, a natureza nos força a trilhar os mesmos caminhos percorridos por aqueles que nos antecedem. Se não houver a valorização dos méritos das pessoas mais velhas de nossa parte, nossos filhos estarão crescendo e sendo formados sob os mesmos conceitos, aos quais provavelmente nós é que seremos submetidos em alguns anos. Lembremos que podemos ser tratados pelos nossos jovens da mesma maneira que estamos ensinando-os a tratar os seus idosos.

Aqueles que souberem aproveitar do convívio com os mais velhos terão muito a aprender com seus conselhos. Pois estes, apesar de terem as forças tragadas pelos anos, vão continuar nos ensinando com a atitude humilde de permitir que sejam guiados ou até mesmo ajudados na sua higiene pessoal.

Com a riqueza acumulada ao longo dos anos, a presença dos mais velhos traz para os mais novos o tesouro daqueles que aprenderam a ver o mundo com os olhos do coração. Ainda que não tenham mais o mesmo vigor destes, nossos velhos detêm o conhecimento e a sabedoria que não são aprendidos em livros e estão sempre dispostos a partilhar tal riqueza.

Se não podemos mudar o conceito do mundo a respeito dos idosos, muito podemos fazer no nosso universo familiar. O respeito começa em casa.
Texto da Canção Nova

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Tipos de passageiros de ônibus

Tipos de passageiros de ônibus


  
1. COMPETITIVO: Seu objetivo é ser sempre o primeiro a entrar no onibus. Para tanto, se movimenta estratégicamente no ponto buscando a posição onde acredita que o onibus vai parar. Eventuais erros de alguns metros para a direita ou para a esquerda são facilmente superados pela sua agilidade em esbarrar nas pessoas com a mochila ou guarda-chuva;

2.VERANISTA: Ao acomodar-se, tira imediatamente os sapatos e senta descalço sobre o banco. Abre totalmente a janela, os botões da camisa/blusa e uma cervejinha gelada enrolada numa sacola plástica do Extra.

3.DRÁCULA: Entra no onibus fechando todas as cortinas e se indispondo com quem se recusa a fazê-lo;

4.MASSAGISTA: Não suporta ver como o passageiro a sua frente está tão tenso e põe-se logo a aplicar-lhe uma massagem nas costas usando o joelho ou os pés. O problema é que nunca pede o consentimento dele para isto.

5. GLUTÃO: Passa toda a viagem fartando-se de guloseimas, salgados e refrigerantes e não está nem aí para os farelos derramados no passageiro do lado e nem no cheiro de comida por todo o ambiente.

6. JAIMINHO: Não move um dedo para recostar a poltrona para que os outros se sentem ou se levantem da poltrona de traz. Só para evitar a fadiga.

7. INDECISO: Movimenta-se para o fundo e para a frente do onibus escolhendo a melhor poltrona e nunca decide em qual delas vai se sentar. Enquanto isso, os outros que esperem!

8. IDOSAS: Sentem frio o tempo todo. Além de não abrirem as janelas em hipótese nenhuma, cobrem-se com mantas, cobertores e blusas e ai daquele que pedir para ligar o ar condicionado.

9. MARIA CHAPINHA: Parecida com as idosas, recusam-se a abrir as janelas não pelo frio mas pelo risco do ar fresco estragar-lhes o penteado.

10.PRECAVIDO: Levanta-se quilometros antes do seu ponto de descida e fica como um “dois-de-paus” no corredor, atrapalhando todo mundo que vai descer no próximo ponto e ainda pisa no pé de quem está sentado ao lado, quando vai dar passagem no corredor.

11.COTOVELO CANSADO: Apodera-se do braço divisor das poltronas como se só o seu cotovelo precisasse de apoio.

12. MENDIGO: Ao entrar no onibus, tira os sapatos e deita-se nas duas poltronas mesmo tendo pago para usar apenas uma.

13.GRETA GARBO: Usa todos os meios para ficar sozinha na poltrona. Põe bolsas, mochilas, cadernos, etc.. na poltrona do lado ou senta-se na do corredor para dificultar o acesso e por fim, olha para os pretendentes ao assento com fúria e nos seus olhos lê-se “I want to be alone”.

14.GOSTOSINHA: Ao contrário do competitivo, não precisa fazer malabarismos para ser o primeiro porque goza da simpatia e da preferência dos motoristas que param onde ela quiser na hora em que ela quiser e ainda as cumprimenta com bom-dia, boa-tarde e boa-noite e tudo bem?

15.EXECUTIVA: Fica conectada o tempo todo na viagem. Seu “lap-top” ligado, seus vários relatórios espalhados para todo o canto tem a preferência sobre as pessoas. Seu celular toca o tempo todo e em voz alta, discute, chinga, chora, faz fofoca como se todos a sua volta precisassem saber dos seus problemas.

16. COROA TARADA: Velhas piruas que não usam sutiã e ficam esfregando os peitos caidos na nossa cara.
Via Blog do Caipira

terça-feira, 20 de abril de 2010

French Roast

Curta animado muito bem produzido, vencedor de vários prêmios e inclusive nomeado ao Oscar de 2010 na categoria. Chama-se French Roast e conta a história de um francês metido que esqueceu a carteira e não sabe o que mais fazer pra enrolar o garçom e conseguir pagar a conta.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Paysandu, clube de guerreiros do futebol paraense


Paysandu, clube de guerreiros do futebol paraense

O Paysandu Sport Club, que dentro de quatro anos comemora seu primeiro centenário, já travou verdadeiras guerras dentro de campo. Não é exagero dizer que o time teve seu nome escolhido, literalmente, por causa de um feito heróico dentro de um conflito bélico. A homenagem, em 1914, fez alusão à transposição, pela Marinha de Guerra do Brasil, do Passo do Paysandu na Guerra do Paraguai, e, talvez por causa dessa origem combativa, a torcida identifique nos atletas o perfil dos guerreiros, verdadeiros defensores da bandeira alvi-azul, a do Papão da Curuzu.


O Nort Club brigou com a Liga Paraense de Football e resolveu criar um novo clube, capaz de vencer todos os seus adversários naquele 1914. Já pressentindo o perigo de um rival à altura, o Clube do Remo não gostou nada da idéia e tentou fazer com que um dos líderes do Nort Club, Hugo Manoel de Abreu Leão, esquecesse o assunto. Não adiantou! No dia 2 de fevereiro daquele ano, nascia o maior de todos os campeões paraenses (até o momento com 43 títulos), presidido por Deodoro de Mendonça e que nas décadas seguintes teria no elenco estrelas como o goleiro Castilho (titular da seleção brasileira na Copa de 1954) e Quarentinha, eleito pela crônica esportiva o Maior Atleta do Futebol Paraense no Século XX.

O Paysandu já teve vários grandes times. Nos anos 40 formou o conhecido “Esquadrão de Aço”, que arrebatou o título local cinco vezes e aplicou o até hoje inigualável 7 x 0 no Clube do Remo. Na década de 60, ganhou o Campeonato Paraense sete vezes, comandado por Quarentinha, ainda o líder do elenco que bateu o Peñarol, campeão do mundo de 1965, por 3 x 0, em amistoso na Curuzu.

O adversário tinha nada menos que a base da seleção uruguaia da época e contava com Ladislao Mazurkiewicz (goleiro que levou o “drible da vaga” de Pelé, na Copa de 70), Pedro Rocha (ídolo do São Paulo anos depois) e Cubillas (atacante que marcou o gol que quase matou do coração a torcida brasileira, em 70), dentre outros nomes. Por outro lado, no começo do século XXI, chegou à incrível média de um título a cada quatro meses: tricampeão paraense em 2000, 2001 e 2002, bicampeão da série B em 2001 e campeão da Copa Norte e da Copa dos Campeões, em 2002.

Um momento emocionante para os bicolores foi a quebra do tabu dos 33 jogos. Os azulinos não cansam de lembrar que entre 31 de janeiro de 1993 e 7 de junho de 1997 o Remo não perdeu um único jogo para o Papão. Mas naquela junina noite de sábado os atacantes Vital e Vagner quebraram a escrita e, ao final do jogo, tinha jogador atravessando o Mangueirão de joelhos, torcedor chorando nas arquibancadas e carreatas pelas ruas da cidade, para celebrar o que parecia um título de Copa do Mundo. Quando se fala de Paysandu, qualquer que seja a demonstração de paixão nunca é exagerada, segundo os torcedores. 

Anos dourados em azul e branco

Além de 1914, quando foi fundado, outros dois anos são mais que especiais para os alvi-azuis: 2002 e 2003. Ao lado dos já citados títulos de campeão do Norte e campeão dos Campeões, o Papão ainda disputou, em 2003, a inédita Taça Libertadores da América. E o melhor de tudo: fez oito jogos, ganhou cinco, empatou dois e perdeu apenas um, para o poderoso Boca Juniors, que por sinal ganharia a Libertadores e o Mundial de Clubes naquele 2003. Ou seja: o Paysandu perdeu em casa, é verdade, no jogo de volta, por 4 x 2, mas perdeu para o campeão do mundo!

O jogo de ida, no estádio La Bombonera, em Buenos Aires, já faz parte da história do futebol mundial. Não apenas pela vitória do Papão sobre os donos da casa (1 x 0, gol de Iarley), e ainda por cima com dois jogadores a menos (Robson e Vanderson foram expulsos) mas pelo fato de, até então, apenas o inigualável Santos de Pelé ter vencido o time argentino em seus domínios, em jogos válidos pela Taça Libertadores.

A participação na Libertadores, em 2003, deu ao Papão, por sinal, um outro motivo de orgulho: até hoje é o único time da região Norte a aparecer no ranking da IFFHS, que indica os melhores clubes do mundo para a Fifa. Na ocasião, o bicolor apareceu como 39° melhor do planeta, além de ser destaque na imprensa nacional como o time que “mais evoluía no mundo”.

Heróis cultuados pelos bicolores

Paulo Benedito Santos Braga, o Quarentinha, estreou no Paysandu em 1955. Dezoito anos depois, quando parou de jogar, já havia conquistado 12 campeonatos paraenses, dentre outros títulos. É o maior ídolo de toda a história bicolor e maior craque do futebol no Pará no século XX, segundo votação da crônica esportiva.

Junto com ele aparecem, na galeria dos ídolos alvi-azuis, Bené, o maior artilheiro da história do Papão, com 249 gols; Carlos Alberto Urubu, o artilheiro que sempre marcava gols no final do jogo, para desespero especialmente do Clube do Remo; o volante Beto e seu estilo raçudo e técnico e o veloz zagueiro Abel, famoso por sempre se antecipar aos atacantes.

Não podem ser esquecidos o centroavante Cabinho, maior artilheiro do Brasil em 1987, com 24 gols; o meia-atacante Luizinho das Arábias, craque que brilhou nos anos 80; Charles Guerreiro, o “príncipe” que, acima de tudo, tratava o adversário com lealdade, Robson, o “Robgol”, craque e artilheiro do time na Libertadores, com sete gols, Vandick, o “terror das decisões”, e um dos principais personagens na conquista da Copa Norte e Copa dos Campeões, dentre muitos outros heróis bicolores. 


Por que se orgulhar?

O Paysandu Sport Club é o maior de todos os campeões paraenses (43 títulos), é o primeiro e último time do Pará campeão dos Campeões, é, até agora, o único time do Norte a disputar uma Taça Libertadores da América, a única equipe, além do Santos de Pelé, a vencer o Boca Juniors, dentro de La Bombonera, em partida válida pela Libertadores, e único time da região a aparecer no ranking da IFHHS, que aponta os melhores clubes do mundo. 

A jurisdição do relacionamento

Já parou pra pensar sobre a jurisdição do relacionamento?



Todo relacionamento traz embutido uma fase de conhecimento, para depois ter a fase de execução. A doutrina da mocidade, então, inventou as medidas cautelares e a tutela antecipada. Afinal de contas, com o 'fica', você já obtém aquilo que conseguiria com o relacionamento principal e, além do mais, já toma conhecimento de tudo o que possa acontecer no futuro.

Esse processo de conhecimento pode ser extinto sem resolução de mérito, por carência de ação… E sem o impulso oficial a coisa não vai pra frente. Pode ser por ilegitimidade de parte, que normalmente se constata apenas na fase probatória. Ou, ainda, impossibilidade do pedido, ou seja, chega a um determinado ponto que não tem quem aguente.

E ainda, o mais frequente, que é a falta de interesse… aí paciência!

E logo na petição inicial, pode ocorrer o indeferimento por inépcia, se já chegar sem qualquer fundamento.

Se ocorrer intervenção de terceiros, aí a coisa complica, pois amplia objetiva e subjetivamente o relacionamento, tornando-se uma questão prejudicial. Como se sabe, todo litisconsórcio ativo é facultativo, dependendo do grau de abertura e modernidade do relacionamento.

É necessário estar sempre procedendo ao saneamento do relacionamento, para se mantenha a higidez para as fases futuras.

É um procedimento especial – uma mescla entre processos civil e penal -, podendo seguir o rito ordinário, sumário, ou, até mesmo, o sumaríssimo, dependendo da disposição de cada um.

A competência para dirimir conflitos é concorrente. E a regra é que se busque sempre a transação.

Com o passar do tempo, depois de produzidas todas as provas de amor, chega o momento das alegações finais… é o noivado! Este pode acontecer por simples requerimento ou então por usucapião. Alguns conseguem a prescrição nesta fase.

E chega a hora da sentença: 'Eu vos declaro marido e mulher, até que a morte os separe'... Em outras palavras, está condenado à pena de prisão perpétua. São colocadas as algemas na mão esquerda de cada um, na presença de todas as testemunhas de acusação.

E, de acordo com as regras de direito das coisas, 'o acessório segue o principal'. Casou, ganha uma sogra de presente. E neste caso específico, ainda temos uma exceção, pois laços de afinidade não se desfazem com o fim do casamento.

Mas essa sentença faz apenas coisa julgada formal. É possível revê-la a qualquer tempo. Se for consensual, tem que esperar um ano, apenas!

Talvez você consiga um 'habeas corpus' e consiga novamente a liberdade. Como disse alguém que não me lembro agora, 'o casamento é a única prisão em que se ganha liberdade por mau comportamento'. Ah! Nesse caso, você será condenado nas custas processuais e a uma pena restritiva de direitos: prestação pecuniária ou perdimento de bens e valores.